sábado, 9 de julho de 2011

IN LOVING MEMORY





Thanks for all you've done
I've missed you for so long
I can't believe you're gone
You still live in me
I feel you in the wind
You guide me constantly

I've never knew what it was to be alone, no
Cause you were always there for me
You were always there waiting
And I'll come home and I miss your face so
Smiling down on me
I close my eyes to see

And I know, you're a part of me
And it's your song that sets me free
I sing it while I feel I can't hold on
I sing tonight cause it comforts me

I carry the things that remind me of you
In loving memory of
The one that was so true
Your were as kind as you could be
And even though you're gone
You still mean the world to me

I've never knew what it was to be alone, no
Cause you were always there for me
You were always there waiting
But now I come home and it's not the same, no
It feels empty and alone
I can't believe you're gone

And I know, you're a part of me
And it's your song that sets me free
I sing it while I feel I can't hold on
I sing tonight cause it comforts me

I'm glad he set you free from sorrow
I'll still love you more tomorrow
And you will be here with me still

And what you did you did with feeling
And You always found the meaning
And you always will
And you always will
And you always will

And I know, you're a part of me
And it's your song that sets me free
I sing it while I feel I can't hold on
I sing tonight cause it comforts me

sexta-feira, 8 de julho de 2011

FRIEND 2: JAKE GYLLENHAAL

Olá, amores!
Depois de um tempinho sem postar, hoje vou apresentar-lhes o nosso "Friend 2": Jake Gyllenhaal.


POR QUE JAKE É FRIEND?Porque, além de contracenar com Heath no filme "O Segredo de Brokeback Mountain", os dois virarm grandes amigos na vida real também. Jake, alem do mais, é padrinho de Matilda Ledger, filha de Heath com Michelle Williams (que também participou do filme)

Gyllenhaal já deu várias entrevistas, que comenta sua amizade com Heath.
Uma das mais marcantes, foi em junho de 2010, onde ele quebrou o silêncio em relação à morte do amigo e falou com a AmericanWay:

"Um ano atrás, a Entertainment Weekly conversou com um monte de gente para um especial sobre Heath Ledger. O roteirista, produtor e diretor de fotografia de Brokeback Mountain conversaram com a publicação. Você foi conspicuamente ausente. Você está desconfortável em lembrar dele em público? "
"Sim", disse ele, parando. "Brokeback foi doloroso. Toda vez que você entrar na dor, acho que você não necessariamente quer voltar. Mas os resultados desse filme, e como o público respondeu a ele são grandes, e valeram a pena. 'Andar a pé' através de qualquer tipo de dor geralmente vale a pena. Tão perto quanto todos nós ficamos fazendo esse filme, para todas as outras pessoas, não vai muito mais longe do que isso [o filme em si], de modo que a experiência do trabalho pode ser facilmente falada nas publicações. A experiência que Heath e eu tivemos também foi compartilhada publicamente com toda a imprensa e publicidade que fizemos. Mas o que nós compartilhamos como amigos, apesar de eu respeitar o interesse que muitas pessoas têm no processo de luto e como se sente com outras pessoas, eu sinto como - e não quero dizer isso de um modo grosseiro - mas eu não acho que isso é um problema de ninguém, mas dele e meu. Então, nesse sentido, eu realmente respeitá-lo - e também a maneira como ele se sentia sobre sua vida e sua vida privada e como ele se preocupava, porque ele era profundamente carinhoso e um ser humano amoroso - toda vez que alguém faz qualquer pergunta sobre ele, seria como se ele estivesse sentado ao meu lado, e eu sei que ele iria rolar os olhos, porque essa é a maneira como ele era. Ele estava entre nós."
 

Em dezembro de 2010, Jake disse:
"Eu sinto falta dele ..." Gyllenhaal pára no meio da conversa, emocionado.
"Havia uma intimidade que todos nós compartilhamos nesse filme (Brokeback Mountain) - eu nunca havia experimentado nada parecido. Era apenas a gente por este rio em Calgary durante um mês, no meio do nada. Não havia hotéis para ficar, por isso vivámos em trailers lá fora na floresta. Gostávamos de fazer o café da manhã juntos, comíamos juntos e às vezes nós montávamos cavalos para o trabalho. Nós estávamos lá fora sozinhos e tudo que tínhamos era um ao outro. "


Enfim, Jake era um p... amigo de Heath e eles se davam super bem. Confesso que, pessoalmente, sou apaixonada pelo Jake, depois que vi Brokeback, comecei a ver todos seus outros filmes. Jake é lindo, super talentoso, faz filmes diversificados e incríveis. Eu torço muito por ele, espero que ele conquiste tudo o que desejar. :)
Assim como Johnny, seempre trarei notícias do Jake, tenho guardadas vária entrevistas com ele e vou postando a medida do tempo! Fiquem ligados ;D

ALGUMAS FOTOS DE JAKE E HEATH *-*

 




 



Fontes: http://gyllenhaallics.blogspot.com/2010/12/entrevista-de-jake-gyllenhaal-ao-daily.html; http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=1206225&tid=5479002192254225962



terça-feira, 5 de julho de 2011

Friend 1: Johnny Depp

Johnny Depp no filme "O Mundo Imaginário do Dr Parnassus".

Por que Johnny Depp é friend?
O conceituado astro do cinema (filmes como: Piratas do Caribe, Alice No País da Maravilhas e outros) tem uma ligação com Heath Ledger.
QUAL?
-Johnny Depp substituiu Heath Ledger no filme "O Mundo Imaginário do dr Parnassus", já que Heath morreu no meio das filmagens.
*O Que Depp disse sobre isso?
"Teria sido um horror pensar que esse último trabalho do Heath, que era grande, pudesse passar despercebido. Então, o que eu disse para Terry Gilliam foi, “Se há uma maneira de fazer isto respeitosamente, e pode terminar o filme, eu fico mais que feliz em ajudar”.Quis primeiro, claro, receber a aprovação da família do Heath, assegurar-se que estaria tudo bem por eles — e ”aprovaram”, então me senti honrado por poder ter sido uma pequena parte disso. Para Heath." (fonte:http://heathledgerbrasil.blogspot.com/)Mas não é apenas esse fato que o torna um "friend"...
-Além de ter substitiuido Ledger, doou todo o cachê que recebeu do filme para Matilda, filha do ator australiano. (Jude Law e Colin Farrel fizeram o mesmo.)
-Johnny Depp comprou uma casa nas Bahamas e
escolheu uma área de snorkel em sua propriedade para nomear de Local do Heath. O ator disse que a casa vai servir para descanso.
Mais uma foto de Johnny Depp no filme de Terry Gilliam

JOHNNY SOBRE HEATH:
"Nos conhecíamos, passamos um tempo juntos, e havia um respeito mútuo. Para mim ele era ”o cara”, em termos dos atores que estão surgindo; ele era aquele em que você tinha que observar. Era perigoso, sabe, e gostei dele por isso." (fonte:
heathledgerbrasil.blogspot.com
)
Não se sabe direito como Heath e Johnny se conheceram e tornaram-se amigos. Infelismente, não há nenhum foto dos dois em premiações ou qualquer outro tipo. :/

JOHNNY É UM FRIEND E SEMPRE TRAREI NOTÍCIAS SOBRE ELE NO BLOG! :)




segunda-feira, 4 de julho de 2011

O Anjo Mais Velho

"Enquanto houver você do outro lado, aqui do outro eu consigo me orientar. E tua ausência fazendo silêncio em todo lugar. Metade de mim agora é assim: de um lado a poesia, o verbo, a saudade. Do outro, a luta, a força e coragem para chegar no fim. E o fim é belo incerto... Dependo de como você vê o novo, o credo, a fé que você deposita em você e só. Enquanto eu respirar, eu vou me lembrar de você." (trecho da música "O Anjo Mais Velho", da banda "O Teatro Mágico".) Inevitável não lembrar do Heath quando eu a escuto.

domingo, 3 de julho de 2011

Reportagem da Revista "VEJA", em 14/07/2008

Olá, friends! :)
Bom, acabei de assistir "Batman-O Cavaleiro das Trevas" pela 12183271329430434 vez (hehehehe) e me inspirei para fazer outra postagem sobre matérias jornalísticas que falam sobre o Heath.
Dessa vez, obvio, vou falar sobre "Batman", uma reportagem extraída da Revista "VEJA", em 14 de julho de 2008, na semana em que o filme estreou mundialmente.

DIRETO DO CORAÇÃO DAS TREVAS
Sessão: Cinema
Autora: Isabela Boscov
Data: 14/07/08

"Como o Coringa, Heath Ledger é o que o novo Batman tem de mais excitante-e de mais devastador"
" 'Esta cidade merece criminosos melhores', diz o Coringa, desdenhando dos que o precederam na missão de flagelar Gotham. E isso, de fato, é o que Batman- O Cavaleiro das Trevas (The Dark Knight-Estados Unidos) que estreia nesta sexta feira no país, tem a oferecer- não só o melhor de todas as adaptações dos quadrinhos para o cinema, como também, mais propriamente, o primeiro que não é uma caricatura ou uma invenção pueril, mas uma verdadeira força da aniquilação e da ruína. Na última e estupenda criação de Heath Ledger (morto em 22 de janeiro, de overdose de medicamentos), o Coringa é algo que se pode temer: alguém cujo desejo único é destruir os outros e tudo; e cujos motivos é possível intuirm mas não medir nem compreender. O mais existencialista dos super heróis ganha, assim, um adversário que é o seu exato oposto e complemento- um niilista.
De Amnésia e Insônia a O Grande Truque, o interesse do diretor inglês Christopher Nolan esteve sempre aí, no que acontece a uma pessoa quando uma distorção passa a defini-la. Batman Begins, destinado a restabelecer as origens do personagem, se desviava dessa rota, e talvez por isso deixasse a sensação de que algo fundamental lhe faltava. Agora, Nolan retoma seu tema com ímpeto redobrado: a distorção que é o Coringa passa aqui a definir tembém Batman. Na verdade, quase que o explica. Tudo o que o milionário Bruce Wayne e seu alter ego heroico têm de perfeito e composto, o Coringa tem de desfeito e desorganizado-a maquiagem tosca e borrada, a voz estranha, a sujeira do cabelo, as roupas mal costuradas, a absoluta ausência de autocensura. Sabiamente, O Cavaleiro das Trevas se recusa a dar a ele uma identidade e uma história pregressa: de certa forma, como na novela célebre concebida por Oscar Wilde, Batman seria Dorian Gray, sempre jovem e íntegro, enquanto o Coringa seria o retrato que Dorian esconde no sótão, e no qual ficam impressas as marcas de sua corrupção e degradação. Em O Cavaleiro das Trevas, a tese não é apenas que os super-heróis dependem de vilões para existir; é que eles mudam no contato com a torpeza, e não para melhor. O impacto do Coringa, assim não se fará sentir apenas sobre Batman mas também sobre o procurador Harvey Dent (Aaron Eckhart), cuja estrela está subindo graças à perseguição que empreende contra os mafiosos de Gotham. Dent mexe onde mais lhes dói- no bloso-, e os criminosos se vingam lançando sobre a cidade o apocalipse que é o Coringa.
Bale, como Bruce Wayne: a torpeza muda os super-heróis. E não para  melhor
De volta à sua zona de conforto, Nolan faz tudo o que não pôde fazer em Batman Begins. O pessimismo é quase insuportável, as cenas de ação (rodadas no sistema IMAX, que lhes confere excepcional profundidade e nuance) são uma expressão do caos e os reverses de Gotham se acumulam até o descontrole. Também o elenco encontra terreno mais bem preparado em que em que exercitar seus muitos pontos fortes. As atuações são nunca menos que excelentes, de Christian Bale como Bruce Wayne/Batman a Michael Caine, Morgan Freeman, Aaron Eckhart, Maggie Gyllenhaal (substituindo, com grande vantagem, a inexpressiva Kate Holmes) e Gary Oldman- como o triste, gentil e torturado comissário Gordon.
Um degrau acima, contudo, está o trabalho de Heath Ledger, que exprime o prazer do Coringa na própria decomposição com uma originalidade arrebatadora, tão afinada nos seus aspectos intuitivos quanto técnicos (a voz, um estudo sobre os timbres agudos e anasalados de Marlon Brando, conta como um personagem em si). Christopher Nolan escolheu o australiano ao vê-lo como o caubói homossexual Ennis del Mar em O Segredo de Brokeback Mountain e constatar que estava diante de uma criatura virtualmente mitológica- um ator sem vaidade. (O mesmo não se pode dizer de Jack Nicholson, que pelo menos até o próximo dia 18 segue considerando-se o Coringa definitivo, e ficou furioso por ter sido preterido.)
Ledger é o que O Cavaleiro das Trevas tem ao mesmo tempo de mais excitante e mais devastador. Se aos 28 anos, um ator foi capaz desse assombro, mal é possível imaginar o que o cinema perdeu.
Heath Ledger sem maquiagem e (acima) com a caracterização que ele próprio concebeu ao Coringa:uma força da aniquilação e da ruína.


Enfim, aqui está a reportagem. Achei bem interessante, resumiu de um modo sucinto e preciso o que é o filme "O Cavaleiro das Trevas", basicamente.
Gostei do que falaram sobre a interpretação de Heath (só não concordo que foi "uma força da aniquilação e da ruína").
Bom, se vocês ainda não viram o filme, surigo que vejam, pois é muito bom, é meu favorito, independentemente de eu ser mega fã do Heath.
Se você leu a reportagem, com certeza ficou com vontade de assisti-lo né?
hehehehe
;)

Até a próxima! :)

sábado, 2 de julho de 2011

Reportagem da Revista "CAPRICHO" em 19/02/2006

Oi!
No meu caderno do Heath, a primeira reportagem que eu colei foi uma extraída da revista "Capricho" (sim, ela já foi muuuuito melhor, já falou de filmes realmente BONS e não apenas se limitou a Crepúsculo, Jonas Brothers, Disney, Restart e coisas do tipo...), quando Heath estava bombando em "Brokeback Mountain".
Enfim, vou reproduzí-la aqui:

MENINOS DO OSCAR
Sessão: "Tudo de Bom"
Página 17.
Data: 19/02/2006

"Este ano o OSCAR está mais jovem do que nunca. Entre os atores e atrizes indicados ao maior prêmio do cinema americano, estão vários nomes da nova geração de Hollywood. Pelo maravilhoso "O Segredo de Brokeback Mountain" concorrem Heath Ledger (ator), Jake Gyllenhaal (ator coadjuvante) e Michelle Williams (atriz coadjuvante). Reese Witherspoon (atriz) e Joaquin Phoenix foram indicados por sesu trabalhos no drama "Johnny e June". E Keira Knightley,a  mocinha de "Piratas do Caribe", ganhou uma indicação de melhor atriz por "Orgulho e Preconceito"."

A reportagem ainda têm uma retranca (um box com um assunto a parte, vejam:)

Fora das Telas
"Heath Ledger e Michelle Williams se conheceram durante as filmagens de "O Segredo de Brokeback Mountain" e viraram um casal também na vida real. No filme, que é o campeão de indicaçãoes ao OSCAR 2006 (são oito), eles são casados, mas Ennis, personagem de Heath, é apaixonado por outro caubói. A história fala de questões que vão além da homossexualidade. É um filme de amor que discute preconceitos e questiona o fato de vivermos uma vida que os outros esperam que a gente viva e não a que realmente queremos viver."

Essa é a foto que estampava a matéria *-*
Enfim, aí está. Não sei vocês, mas me dá uma nostalgia toda vez que leio essa (e outras) matérias, falando desse época, que foi o "auge" de Heath Ledger. Os prêmios que ele foi indicado, as indicações que Brokeback levou também, as expectativas, enfim, tudo mesmo!
Um fato à parte, foi a indicação da Reese e a revista ter mencionado isto, já que futuramente ela e Jake Gyllenhaal iriam virar um casal. Muito legal relembrar as coisas e ver como está tudo tão diferente 5 anos depois...

Espero que curtam!
Até a próxima!
:)

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Quem foi Heath Ledger?

Heath Ledger nesceu em Perth, na Austrália, em 04 de abril de 1979. Filho de Sally Bell e Kim Ledger, começou no teatro da Escola Primária Mary Mount, aos 10 anos, interpretando "Peter Pan".
Adorava jogar xadrez e tinha 3 irmãs: Kate, Olivia e Ashleig.
Sua primeira aparição na TV foi na série "Sweat", como um ciclista homossexual. Em 1996, estrelou o seriado de curta duração "Roar".
Logo após o fim do seriado, fez seu primeiro filme: "Assassinato em Blackrock". Em seguida fez "Two Hands". Ambos na Austrália.
Mas foi em 1999, quando foi para os EUA, que fez seu primeiro grande sucesso (lembrado até hoje): 10 Coisas que eu Odeio em Você.
Em seguida, foi pouco a pouco conquistando "Hollywood": ao lado de seu conterrâneo, Mel Gibson, co-estrelou o filme "O Patriota". Em seguida, outro grande sucesso (para a mídia, porém um filme que Ledger não gostou da forma em que foi exposto, disse que os produtores queriam fazer dele um 'produto'): Coração de Cavaleiro.
Ainda em 2001 fez "A Última Ceia", onde contracenou com Halley Berry (que posteriormente ganhou o Oscar de melhor atriz por esse mesmo filme).
Em 2002 estrelou "Honra e Coragem-As Quatro Plumas" e voltou para a Austrália para filmar Ned Kelly em 2003.
Em seguida, filmou "O Devorador de Pecados" e "Os Reis de Dogtown".
Já em 2005 fez sua primeira parceria com o diretor Terry Gilliam ao participar de "Os Irmãos Grimm", ao lado de Matt Damon. Mas foi em um filme de Ang Lee, neste mesmo ano, que Heath se consagrou: estrelou "O Segredo de Brokeback Mountain", onde foi indicado ao Oscar de melhor ator e o filme em si, foi um sucesso de crítica e de prêmios.
Posteriormente, filmou em Veneza "Casanova", onde interpretou o charmoso personagem título.
No ano seguinte, 2006, novamente na Austrália, protagonizou o polêmico "Candy".
Já em 2007, fez uma das "vidas" de Bob Dylan, em "Não Estou Lá".
Nesse mesmo ano filmou o que viria a ser seu maior sucesso, porque dizer que Heath Ledger não é lembrado por esse personagem é a mais pura mentira: em "Batman-O Cavaleiro das Trevas", fez uma interpretação épica do Coringa, lhe rendendo o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, já póstumamente, em 2009.
Ainda assim, seu último filme, novamente dirigido por Gilliam, foi "O Mundo Imaginário do Dr Parnassus". Heath não chegou a completar as filmagens e foi substituido por Johnny Depp, Colin Farrel e Jude Law.
Quanto a vida pessoal, namorou Heather Graham, Naomi Watts e foi noivo de Michelle Williams, com quem teve sua única filha, Matilda Rose Leger, que nasceu em 28 de Outubro de 2005.
Heath Ledger morreu em 22 de janeiro de 2008,aos 28 anos, por intoxicação aguda de medicamentos controlados.
(Texto feito por Raquel, dona do blog)

Esse foi um post só para se ter uma noção. Tem muitos temas aqui que serão aprofundados ao longo das postagens futuras. :)